P.S.: God or god? Quanto respeito?
sábado, 4 de outubro de 2008
Complicado
Complicado, quão complicado? Interessa sequer saber quão complicado é? Não será (é, quero acreditar) melhor saborear a dificuldade sem ter a completa noção do seu tamanho? A consciência exagerada é sem dúvida castrante mas muitas vezes tentadora. -Insert God here-, livrai-nos do mal.
P.S.: God or god? Quanto respeito?
P.S.: God or god? Quanto respeito?
terça-feira, 16 de setembro de 2008
Can't stop
Olá, como estás? / Hello, how are you doing? / Hej, hur mår du?
Saudades e reencontros surgem
Memórias e sabores reavivam-se
Não quero
Parar!
quarta-feira, 27 de agosto de 2008
Como se, numa noite qualquer
É como a invisibilidade com a qual o ar nos sufoca
Que um olhar pode trair, ao indicar.
E ignorar tal observação destrói, tanto
- ou mais -
Do que levá-la a peito, ripostando.
"Quis saber quem sou
O que faço aqui"
segunda-feira, 25 de agosto de 2008
segunda-feira, 18 de agosto de 2008
Sim ou não?
Sim ou não, em frente ou atrás, para esquerda ou para a direita, saber ou não saber, ignorar ou enfrentar, abrir ou fechar, mistério ou facto, desgosto ou sorriso?
Puxar ou largar, guardar ou mostrar, confiar ou suspeitar, ver ou fechar os olhos, desanimar ou encher o peito?
Sim ou não?
domingo, 17 de agosto de 2008
The room
Salut, says the man with the cigar on his mouth to himself
He tips the restaurant waitress that he carefully picked
Or the one he wishes he had before and can't dream enough about
Should he go, should he stay?
He goes. He sits at the bar and finds her picture in the bottom of
a glass of whisky
that is soon refilled, again
His suit tells him apart from most of the voices that won't shut up
in his head
in the bartender's head
in the room's head
Pictures don't matter when you know
the room.
He's in love with the room.
Porque falas assim?
Mas, porque falas assim? Porque
Desligas e ligas o teu rádio incessante
E o sintonizas numa frequência remota
Que leva ao desgaste sem consciência
E aí, vulnerável, pousas a cabeça num ombro
Que te é simultaneamente desconhecido e familiar
Porque não distingues, só falas
Assim, para quem ouve.
sábado, 16 de agosto de 2008
Moribundo
Fica o Sol moribundo,
Cortesia de nuvens de espesso cinzento
E assim se esconde. Por vezes fá-lo
Por detrás da Lua ou de outro astro qualquer
Mas quando sai, apenas quando se mostra,
Brilha.
sexta-feira, 15 de agosto de 2008
Fumo
Uma fogueira arde sem fumo,
Apanhando desprotegidos seres pelo mundo fora
Um isqueiro acende um cigarro de denso fumo,
E o que é novo emerge sem demora
O que é fumaça?
O que é fumo?
O que é fogo?
O que é essencial?
Nada mais
Nada mais do que um olhar,
Bem profundo, a perscrutar
Nada mais do que um olhar,
Doido, incessante
Nada mais do que um olhar,
Que basta, que absorve
Nada mais do que um olhar.
The view
The view from the afternoon
Oh, sweet ignorance, blissful lazyness
The view from the night
Oh, utter despair
The view from the morning
/*Insert some kind of happiness related item here*/
terça-feira, 12 de agosto de 2008
domingo, 10 de agosto de 2008
Outra vez
Cais desamparada sobre os meus braços,
como quem é tão leve que não se sustenta
Não sei como te segurar;
será um abraço desajeitado suficiente?
Dizes que sim mas não vejo verdade ou ironia nos teus olhos
E subo pelas minhas próprias paredes
Que se erguem em torno da minha consciência
como quem é tão leve que não se sustenta
Não sei como te segurar;
será um abraço desajeitado suficiente?
Dizes que sim mas não vejo verdade ou ironia nos teus olhos
E subo pelas minhas próprias paredes
Que se erguem em torno da minha consciência
sexta-feira, 8 de agosto de 2008
quinta-feira, 7 de agosto de 2008
Sem vontade
Sem vontade
de te falar
de te ouvir
de me irritar
de me duvidar
de te duvidar
de me esquecer
de me lembrar
de saber de ti, de mim
de me lembrar que não sei
de me lembrar do que sei
de atender
de rejeitar
de pensar
You, mistaken or misleading?
How dare you come to me with such doubts lingering in the air?
Do you want me to stay?
Is it possible that you believe that people are unable to change?
Everyday, I fight and put aside everything that makes me sad.
Celebrities
Episode 1!
Eh eh Episode 2..
Then, Episode 3.
and (omg) Episode 4 ?!
Ah, celebrities.
Eh eh Episode 2..
Then, Episode 3.
and (omg) Episode 4 ?!
Ah, celebrities.
Etiquetas:
Barack Obama,
John McCain,
Jon Stewart,
Paris Hilton,
The Daily Show
A rede de sonhos 2
A rede que nos interliga e trespassa
Que nos faz fluir sonhos, vontades e memórias
Sinais sobem e descem, instantâneos e incapturáveis
Só o resultado nos pode sobressaltar
Ou nem isso, sequer
Mas os sinais e a rede, vivem em si e por si
De dentro fazem-nos a face que mostramos
Dentro são felizes e ignorantes, peças de máquina
Eles são nós, nós somos nós
E a rede continua a fazer sonhar
Ligamo-nos e perdemo-nos
Mas tão simples é reatar uma conexão
Que nunca se deve considerar nenhuma perdida
Pois há rede, e há memória
quarta-feira, 6 de agosto de 2008
Ambição
ambição | s. f.
ambição
do Lat. ambitione
s. f.,
desejo veemente de fortuna, de glória, de honrarias, de poder;
cobiça.
ambição
do Lat. ambitione
s. f.,
desejo veemente de fortuna, de glória, de honrarias, de poder;
cobiça.
Desejo. De vida.
Ir ou A rede de sonhos
Ir, com alguém
Ir, sozinho
Ir e partilhar comigo ou contigo
Ou só ir, só
Porque estar, acompanhado
Envolto e inundado de vozes e sonhos
É o que nos faz, a rede
A rede de sonhos
Ir, sozinho
Ir e partilhar comigo ou contigo
Ou só ir, só
Porque estar, acompanhado
Envolto e inundado de vozes e sonhos
É o que nos faz, a rede
A rede de sonhos
quinta-feira, 24 de julho de 2008
quinta-feira, 12 de junho de 2008
segunda-feira, 2 de junho de 2008
A cidade que corre
Estocolmo corre e passa por mim, por nós e por muitos. Em Fevereiro, o vento gelado sopra na cidade mas as pessoas não estremecem. A cidade não sobrevive; vive! E nada pára
É já Junho e o Sol cai sobre todos com uma extrema vontade de colar t-shirts a costas. A cidade vive cada vez mais e há uma aura de luz e calor em cada esquina.
E eu fechado e acorrentado, prisioneiro da minha própria pessoa.
domingo, 1 de junho de 2008
People come, people go
Memories fade, memories stay.
Lifes change, lifes will never be the same.

Flags are raised, signed flags show how (much) we care.
sexta-feira, 30 de maio de 2008
Parede, precisa-se
Preciso duma parede. Uma parede grande, imaculada de branca, onde tudo seja desconhecido. Uma parede com o meu nome, o teu nome e o nome do mundo.
Para quê uma parede, pergunto-me? Para que serve uma coisa tão vazia e estática? Não são um caderno, uma folha A2 ou uma tela suficientes para despejar as asas da imaginação?
Não. Uma parede é o que preciso: quero action painting, ideias naquele estado primário e deliciosamente incerto, frustrações e génios fora da lâmpada!
Para quê uma parede, pergunto-me? Para que serve uma coisa tão vazia e estática? Não são um caderno, uma folha A2 ou uma tela suficientes para despejar as asas da imaginação?
Não. Uma parede é o que preciso: quero action painting, ideias naquele estado primário e deliciosamente incerto, frustrações e génios fora da lâmpada!
PRECISO DUMA PAREDE. SE ME PODES AJUDAR, CONTACTA-ME.
domingo, 13 de janeiro de 2008
De volta
De volta, com um olhar novo sobre onde venho e o mesmo olhar sobre para onde voltei.
Pessoas novas chegam e velhas voltam, aos poucos.
Visitam-se intermináveis lugares diferentes.
Usam-se materiais deixados :)
Pensam-se objectivos renovados, em tudo e todos!
Ah, Escandinávia!
domingo, 11 de novembro de 2007
Lá fora
Adoro ir para fora, lá fora.
Longo tempo, pensamento antigo, sabedoria destruída.
Raiva, horror, terror.
quarta-feira, 3 de outubro de 2007
sexta-feira, 28 de setembro de 2007
quinta-feira, 20 de setembro de 2007
Distribuindo e baralhando
Mudar, para quê mudar? Sabe-se que qualquer alteração nunca é definitiva: há sempre uma coincidência, um facto com consequência ou um sopro de (in)diferença que muda de novo aquilo que se queria quieto.
E saber que aqui
Onde mudo
De novo me desafio
E me desencontro
Como dantes, caio - mas agora longe - não sabendo nunca como quebrar o feitiço momentâneo.
E saber que aqui
Onde mudo
De novo me desafio
E me desencontro
Como dantes, caio - mas agora longe - não sabendo nunca como quebrar o feitiço momentâneo.
segunda-feira, 10 de setembro de 2007
Arredondando às vontades
Globen ou o Pavihão Rosa Mota Avantajado de Estocolmo.
Um mundo de espectáculos, desportos, compras e mais.
Que vontade de ir ver hóquei no gelo!
Dispersando
Stockholms Stadion, o estádio olímpico de Estocolmo.
Lugar dos Jogos Olímpicos de 1912, palco medieval de desporto moderno.
Vai Asafa, os 9.70 são teus!
domingo, 9 de setembro de 2007
Verdade seja dita
Kungliga Slottet ou o Palácio Real, localizado em Gamla Stan.
Uma fortaleza para defesa do lago Mälaren ou um local de trabalho para os reis.
Tanto para ver, tantas vidas, tão pouca memória.
Dançando como metal
Tunnelbana, o metropolitano de Estocolmo.
Uma estação qualquer, porto de abrigo da cidade onde vagueio.
Uma carruagem dançante que é simultaneamente o meu horror e o meu amor.
sábado, 8 de setembro de 2007
The king's garden
Kungsträdgården, o jardim do rei, no centro de Estocolmo.
Choque de gerações no "street chess".
Um dos caminhos para Gamla Stan, a cidade velha.
"Worlding"
Lappkärrsberget ou Lappis, zona de residências estudantis no norte de Estocolmo.
Uma das primeiras manhãs, após dormida em quarto emprestado.
Um korridor (andar) com suecos, irlandesas, alemãs, um islandês, um chinês e por aí fora.
Etiquetas:
Lappis,
Lappkärrsberget,
Stockholm
sexta-feira, 7 de setembro de 2007
Subscrever:
Mensagens (Atom)