segunda-feira, 2 de junho de 2008

A cidade que corre

Estocolmo corre e passa por mim, por nós e por muitos. Em Fevereiro, o vento gelado sopra na cidade mas as pessoas não estremecem. A cidade não sobrevive; vive! E nada pára

É já Junho e o Sol cai sobre todos com uma extrema vontade de colar t-shirts a costas. A cidade vive cada vez mais e há uma aura de luz e calor em cada esquina.

E eu fechado e acorrentado, prisioneiro da minha própria pessoa.

domingo, 1 de junho de 2008

People come, people go


Memories fade, memories stay.
Lifes change, lifes will never be the same.


Flags are raised, signed flags show how (much) we care.


sexta-feira, 30 de maio de 2008

What's up, young folks?

Parede, precisa-se

Preciso duma parede. Uma parede grande, imaculada de branca, onde tudo seja desconhecido. Uma parede com o meu nome, o teu nome e o nome do mundo.

Para quê uma parede, pergunto-me? Para que serve uma coisa tão vazia e estática? Não são um caderno, uma folha A2 ou uma tela suficientes para despejar as asas da imaginação?

Não. Uma parede é o que preciso: quero action painting, ideias naquele estado primário e deliciosamente incerto, frustrações e génios fora da lâmpada!

PRECISO DUMA PAREDE. SE ME PODES AJUDAR, CONTACTA-ME.

domingo, 13 de janeiro de 2008

De volta

De volta, com um olhar novo sobre onde venho e o mesmo olhar sobre para onde voltei.

Pessoas novas chegam e velhas voltam, aos poucos.
Visitam-se intermináveis lugares diferentes.
Usam-se materiais deixados :)
Pensam-se objectivos renovados, em tudo e todos!

Ah, Escandinávia!


domingo, 11 de novembro de 2007

Lá fora



Adoro ir para fora, lá fora.
Longo tempo, pensamento antigo, sabedoria destruída.
Raiva, horror, terror.

quarta-feira, 3 de outubro de 2007

sexta-feira, 28 de setembro de 2007

Não!



Sim!
O quê?
Passa aí a cerveja.

Casa



Casa aqui, casa ali!
Porque não sou nómada, eremita ou sherpa?
Lembro e imagino, sempre!

quinta-feira, 20 de setembro de 2007

Distribuindo e baralhando

Mudar, para quê mudar? Sabe-se que qualquer alteração nunca é definitiva: há sempre uma coincidência, um facto com consequência ou um sopro de (in)diferença que muda de novo aquilo que se queria quieto.

E saber que aqui
Onde mudo
De novo me desafio
E me desencontro

Como dantes, caio - mas agora longe - não sabendo nunca como quebrar o feitiço momentâneo.

segunda-feira, 10 de setembro de 2007

Arredondando às vontades



Globen ou o Pavihão Rosa Mota Avantajado de Estocolmo.
Um mundo de espectáculos, desportos, compras e mais.
Que vontade de ir ver hóquei no gelo!

Dispersando



Stockholms Stadion, o estádio olímpico de Estocolmo.
Lugar dos Jogos Olímpicos de 1912,
palco medieval de desporto moderno.
Vai Asafa, os 9.70 são teus!


domingo, 9 de setembro de 2007

Verdade seja dita



Kungliga Slottet ou o Palácio Real, localizado em Gamla Stan.
Uma fortaleza para defesa do lago Mälaren ou um local de trabalho para os reis.
Tanto para ver, tantas vidas, tão pouca memória.

Dançando como metal


Tunnelbana, o metropolitano de Estocolmo.
Uma estação qualquer, porto de abrigo da cidade onde vagueio.

Uma carruagem dançante que é simultaneamente o meu horror e o meu amor.

sábado, 8 de setembro de 2007

The king's garden



Kungsträdgården, o jardim do rei, no centro de Estocolmo.
Choque de gerações no "street chess".

Um dos caminhos para Gamla Stan, a cidade velha.

"Worlding"



Lappkärrsberget ou Lappis, zona de residências estudantis no norte de Estocolmo.
Uma das primeiras manhãs, após dormida em quarto emprestado.
Um korridor (andar) com suecos, irlandesas, alemãs, um islandês, um chinês e por aí fora.

sexta-feira, 7 de setembro de 2007

Só para começar



Aeroporto de Girona, 5 da manhã.
En route para Estocolmo.
Adoro noites em que durmo 1/2h.